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Bombas Dosadoras - Diadoble

As bombas dosadoras - Diadoble foram desenvolvidas para oferecer maior capacidade de dosagem e bombeamento de produtos químicos e industriais em relação às bombas dosadoras - DSP, porém apresentam vazão fixa de bombeamento (de acordo com cada modelo). Para situações em que se deseja variação de vazão, recomenda-se o uso de inversores de frequência, atuantes sobre as rotações do motor elétrico e, consequentemente, sobre a vazão. Visando este tipo de utilização, o motor elétrico deverá ser selecionado adequadamente. O uso de inversores de frequência também permite a automação do ajuste de vazão por sinais remotos de 4-20 mA ou 0-10 V.

Bomba Dosadora

As bombas dosadoras - Diadoble apresentam construção compacta e mecânica de ótima robustez (apta a trabalhar em regime pesado), aplicáveis a líquidos e soluções de baixa à média viscosidade, corrosivos e/ou agressivos. Como diferencial construtivo, devido ao seu maior porte, as bombas dosadoras - Diadoble apresentam o efeito de sucção positiva (não possuem mola de retorno do diafragma), ou seja, tanto o movimento de sucção como o de descarga são realizados por impulsão do motor elétrico, o que garante ótima repetibilidade de dosagem independentemente de variações de viscosidade ou pressão de sucção do produto bombeado. Os cabeçotes de bombeamento são interligados aos coletores de sucção e descarga com bocais únicos.

Bomba Dosadora

As bombas dosadoras - Diadoble também podem ser utilizadas como bombas de transferência (bomba autoaspirante acionada por motor elétrico ou à combustão), quando não existe a disponibilidade de ar comprimido para o uso de bombas pneumáticas. A GRABE oferece diversas alternativas de materiais construtivos, a fim de propiciar a compatibilidade com o produto utilizado e aumentar a vida útil do equipamento.

Como funciona:

O funcionamento das bombas dosadoras - Diadoble ocorre a partir do movimento alternado do diafragma que, aliado à ação das válvulas presentes no cabeçote, aspira e descarrega o líquido de forma pulsante. Para situações em que se deseja variação de vazão, utilizam-se inversores de frequência, atuantes sobre as rotações do motor elétrico e consequentemente a vazão da bomba.

Características técnicas:

  • • Vazões fixas entre 1.450 e 10.000 l/h.
  • • Pressões de descarga máximas entre 3,0 e 4,0 kgf/cm².
  • • Versões com 2 cabeçotes de bombeamento e módulo único de acionamento.
  • • Vazão fixa de bombeamento (de acordo com cada modelo), porém para situações em que se deseja variação de vazão, recomenda-se o uso de inversores de frequência, atuantes sobre as rotações do motor elétrico e, consequentemente, sobre a vazão. Visando este tipo de utilização, o motor elétrico deverá ser selecionado adequadamente. O uso de inversores de frequência também permite a automação do ajuste de vazão por sinais remotos de 4-20 mA ou 0-10 V.
  • • Cabeçotes fabricados em material plástico (polipropileno, polietileno ou Teflon®) e metálico (aço inoxidável ou alumínio).
  • • Diafragmas em borrachas industriais (buna-n ou viton), plásticos flexíveis (Santoprene® ou Hytrel®) ou Teflon® (dependendo do modelo).
  • • Disponibilidade de execuções com motores elétricos específicos, como à prova de explosão, não ascendível, de alto rendimento, entre outros, e motores à combustão.

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Bomba Dosadora

Opcionais (mediante solicitação):

  • • Amortecedor de pulsações
  • • Válvula de alívio
  • • Válvula de pé com crivo
  • • Válvula anti-sifão
  • • Calibrador de vazão

Aplicações:

  • • Bombeamento e dosagem de altíssima capacidade (vazões máximas entre 1.850 e 10.000 l/h)
  • • Alternativa quando não existe disponibilidade de ar comprimido para o uso de bombas pneumáticas
  • • Bombeamento visando transferência de produtos medianamente viscosos e/ou abrasivos
  • • Dosagem de produtos químicos diversos, inclusive agressivos e/ou corrosivos (soda cáustica, ácido clorídrico, ácido sulfúrico, leite de cal, cloreto férrico, sulfato de alumínio, etc.)
  • • Dosagem de fertilizantes (fertirrigação), nutrientes (hidroponia), etc.
  • • Reposição de químicos em banhos de galvanização
  • • ETE – Estações de tratamento de esgoto ou efluentes
  • • ETA – Estações de tratamento de água (coagulação, controle de pH, desinfecção, fluoretação, etc.)