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Separadores água e óleo - GR-SAO-E (econômico)

Separadores

Os separadores água e óleo GR-SAO-E (série econômica), também conhecidos como caixas separadoras água e óleo, removem o óleo em suspensão presente em águas contaminadas a partir da diferença de densidades entre as fases aquosa e oleosa. Como os óleos apresentam, em sua maioria, densidades inferiores à da água, esses tendem a flutuar sobre a mesma. No entanto, parte do óleo presente em águas contaminadas costuma se apresentar no formato de micro gotas, difíceis de serem removidas naturalmente.

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De acordo com a Lei de Stokes, uma gota de óleo com 100 mm de diâmetro, quando imersa em água, apresenta uma velocidade de ascensão 12 vezes maior que uma gota de 20 mm nas mesmas condições. Sendo assim, a estratégia básica no processo de separação de óleo da água é aumentar o tamanho das gotas oleosas, de modo que a fase mais leve (fase oleosa) seja acumulada na superfície da água.

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As caixas separadoras água e óleo GRABE apresentam como diferencial uma altíssima eficiência, uma vez que utilizam elementos coalescentes do tipo colmeia, que aumentam consideravelmente a aglutinação das micro gotas de óleo em suspensão. Essas aderem à superfície estrutural da colmeia e então se agrupam com maior facilidade, formando gradativamente gotas de maior diâmetro. Isso potencializa a tendência de ascensão e flutuação das gotas de óleo sobre a água. O óleo fica confinado nas partes altas do separador água e óleo, devendo ser drenado pela saída estrategicamente posicionada.

Os separadores água e óleo econômicos oferecem construção compacta e aliam o benefício da remoção do óleo do efluente, facilidade de instalação e baixíssimo custo operacional. O sistema não necessita de acionamento nem monitoramento sistemático. As caixas separadoras foram desenvolvidas para atender tanto residências quanto estabelecimentos comerciais e industriais com baixos fluxos de água contaminada. O processo de separação prévia do óleo da água facilita consideravelmente o posterior tratamento do efluente, ao mesmo tempo em que permite a destinação adequada da fase oleosa, inclusive para processos de reciclagem.

Atende às exigências da NBR 14.605 - Posto de Serviço - Sistema de Drenagem Oleosa e do CONAMA 430 - Condições e padrões de lançamento de efluentes, que limitam a concentração máxima de óleos e graxas nas saídas das caixas separadoras em operação em 20 mg/litro.

Como funciona:

As águas oleosas são introduzidas em fluxo contínuo no sistema e passam através dos elementos coalescentes, que possuem a função de aglutinar as partículas oleosas e orientá-las para a superfície. Enquanto a água limpa flui normalmente, a fase oleosa permanece sobrenadante até ser escoada para fora por um tubo coletor interno. Esse processo mantém-se contínuo enquanto houver fluxo de água contaminada pelo separador.

Características técnicas:

  • • Vazões máximas de 1.000 e 1.800 litros/h (2 modelos). Para vazões superiores, consulte nossos outros modelos.
  • • Caixas disponíveis em material plástico atóxico (polipropileno preto).
  • • Elementos coalescentes do tipo colmeia.
  • • Excepcional resistência contra corrosão interna e externa (fabricação com material maciço, sem barreiras químicas ou revestimentos superficiais sujeitos a trincas ou fissuras).
  • • Segurança contra vazamentos (caixa de polipropileno injetado).
  • • Proteção contra intempéries (aditivação anti-UV).
  • • Incluso tampo para fechamento da caixa.
  • • Sistema compacto e de fácil instalação.
  • • Baixíssimo custo operacional e de manutenção.
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Aplicações:

  • • Oficinas mecânicas
  • • Postos de combustíveis
  • • Lava-rápidos
  • • Desmanches de veículos
  • • Pequenas empresas de usinagem e ferramentaria
  • • Áreas de manutenção mecânica
  • • Águas pluviais provenientes de pisos de garagens ou estacionamentos sujeitos a vazamentos de óleos de veículos

Importante:

  • Este equipamento não efetua a separação de óleos emulsionados em água. Para este resultado, o efluente deverá passar previamente por tratamento físico-químico, a fim de desassociar o óleo emulsionado da água, permitindo então que ocorra a separação das fases aquosa e oleosa.
  • • O equipamento só será eficiente para a separação de óleos com densidades inferiores à da água ou efluente aquoso, uma vez que seu princípio de funcionamento depende dessa condição.
  • • Não utilizar o separador para graxas ou substâncias pastosas que tenham tendência de grudar nas paredes do equipamento ou em seus componentes. Caso ocorra, será necessário o esvaziamento e remoção periódica dos elementos coalescentes para lavagem e limpeza.
  • • Não utilizar o separador com partículas sólidas com tendência de decantação, pois pode ocorrer o entupimento das passagens internas do equipamento.
  • • A operação do equipamento com vazões acima da vazão de dimensionamento poderá acarretar a perda de eficiência na separação do óleo contaminante.