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Aeradores

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Os aeradores mecânicos GRABE contribuem para o funcionamento de processos aeróbios no tratamento de efluentes e lagoas de criação ao incorporarem elevadas quantidades de oxigênio ao meio líquido. Processos como lagoas aeradas, lodos ativados, digestão aeróbia, filtração biológica e piscicultura demandam elevadas taxas de oxigênio e por isso se beneficiam da utilização de aeradores mecânicos. A aeração mecânica visa compensar as flutuações diárias de oxigênio dissolvido e manter os níveis de oxigenação do meio líquido superiores àqueles obtidos por processos naturais de transferência de oxigênio.

A movimentação provocada pelo aerador mecânico promove a incorporação de oxigênio no meio líquido ao criar uma grande quantidade de interfaces entre o ar atmosférico e a água. Esta também contribui para a homogeneização do conteúdo e minimização de odores decorrentes do processo de degradação da matéria orgânica. A GRABE equipamentos industriais se destaca como fornecedor de aerador para piscicultura e aerador para tratamento de efluentes, assim como decantadores para a etapa subsequente ao processo de aeração.

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AERADOR INDUSTRIAL PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES – FLUXOAR

Aeradores

O aerador industrial Fluxoar foi projetado para deslocar grandes volumes de líquidos e promover agitação suficiente para incorporar elevadas quantidades de oxigênio e potencializar o contato da biomassa (micro-organismos) com o meio líquido aerado. O aerador para ETE também oferece a vantagem de um fluxo descendente de bombeamento, inibindo problemas associados à geração de micro gotas (aerossóis) e propagação de odores pela ação do vento, situação indesejável que ocorre com frequência com aeradores de fluxo ascendente.

O aerador industrial Fluxoar desenvolvido pela GRABE dispersa o ar incorporado por efeito Venturi em bolhas de pequeno diâmetro, que melhoram a absorção de oxigênio ao proporcionarem maior superfície de contato e tempo de permanência no meio líquido em comparação com bolhas de diâmetros maiores produzidas por aeradores mecânicos convencionais. Características como eixo único e conjunto girante balanceado dinamicamente garantem ao aerador Fluxoar baixos índices de vibração durante a operação e consequente maior intervalo entre manutenções.

A quantidade e potência de aeradores para suprir a demanda de oxigênio do processo de degradação da matéria orgânica depende das características do efluente associadas ao fluxo de recirculação (movimentação do meio líquido) do processo. Podem ser necessários dois ou mais aeradores mecânicos para uma distribuição uniforme e eficiente do ar incorporado no meio líquido. Estão disponíveis em materiais metálicos (aço inoxidável, aço carbono) que podem ser revestidos para operações com produtos agressivos e flutuadores em materiais plásticos (polietileno, polipropileno) anticorrosivos com aditivação anti-UV.

Como funciona

Aeradores

O aerador mecânico de fluxo descendente consiste basicamente em uma hélice submersa (rotor de aeração) conectada a um eixo e motor elétrico de alta rotação. Este rotor de aeração provoca o deslocamento de líquido em alta velocidade para baixo, em direção vertical ou inclinada, próximo à extremidade do tubo indutor de ar. Esse deslocamento em alta velocidade arrasta o ar atmosférico para o meio líquido a partir do chamado efeito Venturi. A incorporação de oxigênio no meio líquido ocorre pelo simples contato do líquido com as pequenas bolhas de ar geradas.

Aplicações

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AERADOR CHAFARIZ PARA PISCICULTURA - FLUXOAR-FA

Aeradores
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O aerador chafariz Fluxoar-FA melhora a oxigenação de lagoas de criação de peixes ao gerar uma infinidade de gotas no formato de chafariz que promovem uma ampla área de contato da água com o ar atmosférico. A agitação provocada no meio líquido ainda auxilia a difusão de subprodutos gerados no cultivo de peixes (amônia, nitrito, gás carbônico). O aerador para piscicultura Fluxoar-FA de fluxo ascendente se diferencia do aerador chafariz convencional ao realizar a captação de água em um nível um pouco mais profundo, entorno de 50 cm abaixo da superfície. Isso facilita a homogeneização da temperatura da água da lagoa e consequente redução da diferença de temperatura entre a água de superfície e de fundo.

A temperatura corporal dos peixes varia de acordo com a temperatura do meio em que vivem, diferentemente das aves e mamíferos, que regulam sua própria temperatura. Espécies originárias da região Norte do país, como o tambaqui, possuem uma faixa de temperatura ideal da água de 25 a 34°C. Proveniente do Pantanal e do Mato Grosso do Sul, o pacu apresenta uma zona de conforto térmico entre 24 e 30°C, enquanto que para o cultivo de tilápias recomendam-se temperaturas entre 28 e 32°C. Como se percebe, peixes de países tropicais de maneira geral se alimentam mais e melhor em águas mais mornas, mantendo-se mais saudáveis nestas condições.

Lagoas com equilibrada presença de algas produzem oxigênio naturalmente durante o dia no processo de fotossíntese, porém estes mesmos organismos consomem parte do oxigênio produzido durante a noite. Por este motivo, os peixes costumam surgir na superfície da água logo ao nascer do dia, quando as condições de oxigênio se mostram piores. Para a determinação da necessidade específica de aeração durante o dia e a noite, recomenda-se o monitoramento da concentração de oxigênio dissolvido, sendo que em geral o aerador deve ser ligado toda vez que a concentração de oxigênio estiver abaixo de 5 mg/l.

Recomenda-se o uso intermitente do aerador chafariz na proporção aproximada de 1/3 do tempo de operação no período diurno e 2/3 no período noturno, totalizando de 3 a 6 horas/dia. Lembrando que o ideal é utilizar o aerador chafariz somente o tempo necessário para manter o nível de oxigênio na água entre 5 e 7 mg/l por todo o período. Níveis de oxigenação muito altos não surtem efeito positivo à criação, pelo contrário, podem causar a doença da bolha de gás nos peixes, sem contar o desperdício de energia, principalmente no período diurno, quando ocorre a oxigenação natural da água. A utilização de técnicas adequadas de manejo associadas a aeradores para piscicultura Fluxoar-FA certamente aumentará as taxas de conversão alimentar e qualidade de vida da criação, resultando em maior produtividade e lucratividade para o negócio.

A GRABE fornece aeradores chafariz nas potências de 0,75 cv e 1,5 cv (220V - monofásico/bifásico) e 3,0 cv (220V - monofásico), com leques de cerca de 5 a 12 m de diâmetro e 1,5 m de altura. Estes possuem olhais de amarração nas laterais do flutuador, crivo para prevenir a entrada de sólidos, de 12 a 19 m de cabo elétrico PP (duplo isolamento) e caixa de passagem vedada para prolongamento do cabo. Seus componentes são fabricados em materiais que não enferrujam (alumínio, polietileno com aditivação anti-UV, aço inoxidável), sendo o eixo fabricado em aço inoxidável para maior durabilidade do equipamento.

Como funciona

O funcionamento do aerador chafariz Fluxoar-FA baseia-se no bombeamento do líquido em fluxo ascendente no formato de leque circular de fina espessura e grande dimensão. Essa configuração gera uma infinidade de gotas, que por sua vez aumentam a superfície de contato da água com o ar atmosférico e promovem melhor oxigenação da lagoa de criação.

Quais as Vantagens?

Aplicações

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AERADOR DE PÁS PARA PISCICULTURA - FLUXOAR-PR

Aeradores
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O aerador de pás Fluxoar-PR melhora os níveis de oxigênio dissolvido da lagoa de criação a partir da formação de uma ampla área de contato da água com o ar atmosférico, provocada pela rotação das pás contra a água superficial. A configuração do aerador de palhetas cria uma corrente poderosa no meio líquido com um consumo de energia relativamente baixo, sendo indicado especialmente para situações que requerem maior área de abrangência de atuação. A movimentação gerada pelos aeradores de pás ainda auxilia a homogeneização do conteúdo e temperatura da água, melhorando os níveis de conforto e produtividade da criação.

A GRABE fornece aeradores de pás nas potências de 1 cv, 2 cv e 3 cv (220/380V – trifásico) com 2, 4 e 6 rotores, respectivamente, e capacidade de abrangência de aeração de 3.000 a 9.000 m². Estes possuem flutuadores em polietileno de alta densidade do tipo catamarã com aditivação anti-UV, olhais de amarração e componentes fabricados em materiais que não enferrujam (alumínio, aço inoxidável). Vale ressaltar que os aeradores de pás possuem taxas de transferência de oxigênio mais elevadas e maior área de abrangência de oxigenação do meio líquido em comparação com os aeradores chafariz, também utilizados na piscicultura.

Como funciona

O funcionamento do aerador de pás Fluxoar-PR baseia-se na movimentação da água em fluxo horizontal superficial (sentido longitudinal) pela rotação de hélices (rotores) que tocam superficialmente o meio líquido. Estes rotores possuem várias pás com uma série de pequenos furos que permitem a passagem da água. Com o giro do rotor, forma-se instantaneamente uma infinidade de gotas que são projetadas para frente, criando uma grande área de contato da água com o ar atmosférico. A incorporação de oxigênio no meio líquido ocorre pelo simples contato do ar atmosférico com as gotas geradas.

Aplicações

Formas de Instalação

O aerador de pás deve ser posicionado no reservatório de forma que a turbulência criada pelas pás no meio líquido não encontre nenhuma barreira desfavorável à propagação do fluxo de água e distante das margens. No caso de reservatórios retangulares e utilização de apenas um aerador de pás, sugere-se o posicionamento de forma a direcionar o fluxo de água paralelamente às margens laterais. Quando vários aeradores de pás são utilizados, deve-se posicioná-los de modo que as correntes produzidas se complementem, gerando um fluxo circular na água.

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