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Separadores água e óleo - GR-SAO-P (prismático)

Separadores

O separador de água e óleo retangular ou quadrado GR-SAO-P apresenta um formato construtivo que permite ocupar menos espaço no local de instalação (menor largura e altura) em comparação ao separador de água e óleo cilíndrico. No entanto, a construção de separador de água e óleo prismático resulta em custos um pouco superiores à construção de separador de água e óleo cilíndrico de mesma capacidade. O separador de água e óleo prismático GRABE remove o óleo em suspensão presente em águas contaminadas a partir da diferença de densidades entre as fases aquosa e oleosa, por isso não necessita de acionamento nem monitoramento sistemático.

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Como os óleos apresentam, em sua maioria, densidades inferiores à da água, esses tendem a flutuar sobre a mesma. No entanto, parte do óleo presente em águas contaminadas costuma se apresentar no formato de micro gotas, difíceis de serem removidas naturalmente. De acordo com a Lei de Stokes, uma gota de óleo com 100 mm de diâmetro, quando imersa em água, apresenta uma velocidade de ascensão 12 vezes maior que uma gota de 20 mm nas mesmas condições. Sendo assim, a estratégia básica no processo de separação de óleo da água é aumentar o tamanho das gotas oleosas, de modo que a fase mais leve (fase oleosa) seja acumulada na superfície da água.

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O separador de água e óleo prismático GRABE apresenta como diferencial elementos coalescentes do tipo telha (paábola) de alta eficiência, que aumentam consideravelmente a aglutinação das micro gotas de óleo em suspensão. Essas aderem à superfície estrutural da telha e então se agrupam com maior facilidade, formando gradativamente gotas de maior diâmetro. Isso potencializa a tendência de ascensão e flutuação das gotas de óleo sobre a água. O óleo fica confinado nas partes altas do separador de água e óleo, devendo ser drenado pela saída estrategicamente posicionada. O processo de separação prévia do óleo da água facilita consideravelmente o posterior tratamento do efluente, ao mesmo tempo em que permite a destinação adequada da fase oleosa, inclusive para processos de reciclagem.

Como funciona:

As águas oleosas são introduzidas em fluxo contínuo no sistema e passam através dos elementos coalescentes, que possuem a função de aglutinar as partículas oleosas e orientá-las para a superfície. Enquanto a água limpa flui normalmente, a fase oleosa permanece sobrenadante até ser escoada para fora por tubos coletores com ajuste da altura de coleta, o que evita a coleta de água não contaminada. Esse processo mantém-se contínuo enquanto houver fluxo de água contaminada pelo separador de água e óleo.

Características técnicas:

  • • Vazões máximas entre 3.000 e 100.000 litros/h.
  • • Tanques prismáticos disponíveis em material plástico atóxico (polipropileno).
  • • Elementos coalescentes do tipo telha (parábola).
  • • Construção reforçada com estruturas de aço revestido de polipropileno.
  • • Excepcional resistência contra corrosão interna e externa (fabricação com material maciço, sem barreiras químicas ou revestimentos superficiais sujeitos a trincas ou fissuras).
  • • Segurança contra vazamentos (chapas soldadas a quente por extrusoras e máquinas semi-automáticas de polifusão).
  • • Proteção contra intempéries (aditivação anti-UV).
  • • Disponíveis com tampo plano ou sem tampo.
  • • Baixo custo operacional e de manutenção.
  • • Fácil instalação.

Aplicações:

  • • ETE – Estações de tratamento de esgoto ou efluentes
  • • ETA – Estações de tratamento de água
  • • Indústrias metalúrgicas e de usinagem
  • • Indústrias galvânicas
  • • Grandes áreas de manutenção mecânica
  • • Águas pluviais provenientes de pisos de garagens ou estacionamentos sujeitos a vazamentos de óleos de veículos